terça-feira, 29 de março de 2011

DANÇANDO POR VIENA


Com a família organizada e a vida estabilizada só me faltava agora àquela parte essencial que nos ajuda a dar o equilíbrio total à vida. A amizade. Sem ela, nem o paraíso tem a beleza merecida. A Carol, aquela que me recebeu com tanto carinho no dia em que cheguei aqui, foi a ponta do laço que me uniu a todos os protagonista que começavam ali a fazer parte da minha história em Viena. Mal cheguei e já fui convidada para uma festa na casa dela. La conheci várias pessoas. Pessoas que apenas me deram boas vindas, pessoas que me disseram prazer em conhecê-la e pessoas que me fizeram promessa de um reencontro. E que de fato, houve reencontro. Conheci pessoas como a Jackeline, por exemplo, que vou carregar comigo pro resto da minha vida. Com a Jackeline eu teria passado aquela noite toda conversando. Ela me chamava atenção pela sua juventude e beleza. Não sei se gostei dela porque também viera de Brasília ou se porque os seus gestos e palavras me transmitiam conforto e confiança. Jack tem classe. Classe de princesa Sissi e foi com essa classe que ela me fez um convite muito especial. Um convite para um baile. Não um baile qualquer, de formatura ou debutante, mas um baile onde eu dançaria no mesmo lugar em que príncipes e princesas dançaram. Um baile dentre muitos que acontecem em Viena no mês de fevereiro. E esse baile para o qual fui convidada, já é famoso por aqui como o Baile da ONU. A intenção da Jack era me apresentar a mais gente, gente dela, gente amiga, gente que pudesse também se tornar minha gente. Um convite irrecusável, pois além da possibilidade de conhecer gente, essa idéia de bailar onde Imperadores e Imperatrizes bailaram ao som das mais belas valsas vienenses me agradava muito E por que não ir ao baile no Hofburg, o Palácio Imperial, o verdadeiro centro do poder secular dos soberanos austríacos?

                              Um palácio que antes era assim.
                                                                 e que agora é assim.
Que antes se dançava assim.

Austria, Vienna, Rudolfina Redoute ball at Hofburg Palace (1792-50838 / HEM100733 © Hemis.fr)
                                                            

                                   E agora se dança assim.

                                                                       Ou assim... exibida

ou ainda assim fugindo a regra
                                que antes para ir ao baile vestiam-se assim...
                                                            e agora vestem-se assim.
Ah, deu vontade também, não? Você pode. Basta imaginar que você é a Sissi e o seu par é o Kaiser Joseph.

Ou melhor, seja você mesma na imaginação. Então, já que é imaginação pegue o seu parceiro e vamos sair dançando pelos mais belos jardins e palácios de Viena ao som da valsa "Danúbio Azul". Vem comigo. Eu começo nos salões do Hofburg, e vocês nos jardins do palácio Schönbrunn, combinado? Aperte o botão e deixa a valsa tocar. Espere um pouco que logo vocês vão aparecer dançando entre as mais belas flores do jardim dando início ao passeio pelos lugares mais nobres de Viena. E acredite, esse casal do vídeo é você e seu parceiro. Ta, que vocês são mais bonitos, mas e daí? O que vale aqui é a imaginação. Vamos lá! Primeiro eu e maridinho depois vocês: 1, 2, 3!
Maestro, a valsa...

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

DUBAI 2010/2011

 
 Dubai tem esta impressão do inatingível. A cidade é linda, moderna, espelhada, barata, cara, fácil de andar... Fiquei encantada com a combinação das construções do homem com a da natureza. É uma cidade que serve para tirar férias, passar lua de mel, ótimas para as compras, andar no deserto e até esquiar. Já imaginou? Os mercados de rua são organizados e limpos, aliás, essa foi uma das coisas que mais me chamou atenção: a limpeza. As ruas, os ambientes, as praias, tudo faz impressionar turistas. Não deixem de visitar Dubai. Realmente nota dez. 
Num momento mais"meu" do mundo
 
no hotel mais caro do mundo
Na torre mais alta do mundo.
Pra mim, no caixão mais chique do mundo

Ah não, chega! Estou ficando com dor no pescoço de tanto olhar pra cima. Esses prédios arranhando o céu são lindos, mais tem como vê-los melhor. Do andar 42 do nosso hotel, temos uma linda vista para toda Dubai. 360 graus. Foi lá que passamos o reveillon. Tentamos reservar um lugar no hotel Jumeirah, um dos "points" mais badalados para o reveillon, porém, já estava lotado. Pensamos então ir para praia, mas quando vimos lá de cima da nossa varanda o engarrafamento que estava em direção à praia, desistimos e passamos o reveillon nas alturas. Foi muito gostoso. Vamos comigo lá no terraço? Pode vir "tô pagando!" Aqui na foto abaixo, é a vista para o lado do mar. Na segunda foto, não mostra direito, mas aquela areia que você vê lá no fundo, no mar, é o desenho do famoso mapa mundi que eles fizeram. Estamos acima do quadragésimo andar e os prédios do lado, são ainda bem mais alto.








                              

Agora um pouco do nosso reveillon. Depois de um delicioso e fantasioso jantar, subimos para ver os fogos com vista privilegiada para toda cidade.






Olha lá embaixo o tamanho do engarrafamento em direção à praia. Isso já estava desde das sete da noite. E a meia noite, as pessoas paradas sem nada poder fazer, saíram dos seus carros e num espírito de festa, abraçaram uns aos outros desejando um FELIZ ANO NOVO!  

 
A tal pista de ski que fica dentro do shopping. Não é perfeita?
Indoor ski slopes in Mall of the Emirates, Dubai
Quem me dera poder postar todas as 990, 99. 9999 fotos dessa viagem, mas posso mostrar mais um pouco.

Nesse frio europeu, a gente até esquece como é gostoso pisar na areia.



No shopping maior do mundo, com as filhas mais lindas do mundo

                    
No hotel mais exuberante do mundo, com o maridinho mais maravilhoso do mundo    

Saco! não consigo tirar essas fotos repetidas. Ah, vai assim mesmo.
Olha que fofas as minhas sheikes!
Bruna e Michelly
              Até que combinam...
Viajar para mim é isso: viver momentos únicos, descobrir segredos, alimentar a alma, abrir a cabeça para novas culturas, fugir da rotina, recarregar as energias e se sentir privilegiada pela sensibilidade de saber dar valor a esses instantes tão preciosos da vida.
E quando se pode fazer isso com os filhos, melhor ainda, pois são nesses momentos que a gente aproveita para ficar mais próximos deles e conhecê-los cada vez melhor.

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