quinta-feira, 2 de junho de 2011

FOI ASSIM QUE MAIO FINALIZOU

Como sabemos que outros momentos virão e que um nunca é igual ao outro, tratamos de exibir o nosso estilo de vida assim dessa maneira:

                               O sol apareceu e com ele toda a sua grandeza.

Na frente do hotel começava a movimentação para o início da nossa caminhada

Finalmente foi dada a largada. O grupo era grande e aos poucos foi se dividindo. De repente, quem achávamos que estava na frente estava era pra trás e de vez em quando, acontecia um reencontro e era aquela festa.
Sete quilômetros de muita beleza, de muita magia e muita descontração.

Depois da missão "comprida" e "cumprida" todos estavam sedentos e famintos e nada como um belo lugar para relaxar e apreciar um maravilhoso cardápio.
Alegres e satisfeitos subimos as montanhas para ficarmos mais perto de Deus.
 Infelizmente nem todos puderam subir a montanha, mas os que subiram juntaram-se para nos despedir. Era hora de voltar pra casa. Nesse momento não me contive e cai num choro, mas um choro gostoso, um choro de prazer imenso. Chorei por um bom tempo olhando os carros descendo um atrás do outro...
Só parei quando a paisagem do caminho de volta me chamou atenção e me destraiu.
E ainda no calor da gratidão por tudo ter dado certo, no calor da emoção por tanto carinho recebido, finalizo dizendo aos meus amigos que, muito obrigada é muito pouco pra tudo que vivi e senti neste fim de semana. E maridinho? Amor, você é perfeito, você é o motivo da minha atenção, é o ingrediente principal da minha felicidade. Obrigada por tudo! Ainda vamos saudar muitas vezes o 27 do 05. E quem sabe num deles ficamos a sós?! Quer dizer, melhor não, né! Com os amigos é bem melhor.
                                                             OBRIGADA!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

COMEMORAÇÕES - 2° PARTE

Entre sol e chuva, lago e montanhas o que mais estava valendo ali para mim era estar entre os amigos. E já com todos a bordo era a hora da comemoração oficial. Por volta das cinco da tarde, nos reunimos no salão do hotel para saborearmos os vinhos, quitutes e champanhe
Registramos cada instante desse nosso momento. Há quem diz que perdemos muito tempo tirando fotos, mas para nós isso não é perda de tempo. Isso é reprodução exata daquilo que estamos vivendo naquele momento e como a gente só reproduz momentos bons, isso dispara reações emocionais tão fortes em nós, que além de fazermos tantas fotos ainda fazemos um café, um almoço ou seja lá o que for, só para rever as fotos e voltar a sentir a mesma emoção daquele momento reproduzido. Não entendeu? Freud também não. Bem que ele tentou, mas somente quem é assim entende. Todas as vezes que vejo essas fotos sinto o abraço, o carinho e a emoção das pessoas sentidas naquele dia. Mas isso só é possível se a reprodução for uma reprodução original, heim! Não vale "genérico." O original é assim:
Aqui, na hora que dançávamos, dançávamos em família. As crianças faziam a vez do DJ e escolhiam as músicas do momento e com elas dançavam o tempo todo, numa alegria e animação de tirar o fôlego. Ainda bem que os adultos também tinham fôlego de sobra. E assim fechamos o sábado com chave de ouro.

Tem como não registrar um espetáculo desse? Espetáculo mesmo vocês vão ver no próximo post.

AGUARDEM!

terça-feira, 31 de maio de 2011

AS COMEMORAÇÕES DO DIA 27 DE MAIO - 1° PARTE

O dia 27 começou do jeito que eu gosto. Muito sol, muita luz, muita energia positiva passada através de telefones, facebook, email, cara a cara, olho no olho, enfim... Tudo perfeito. Logo cedo, enquanto alguns íntimos já pegavam a estrada em direção à Altausee, local da festa, eu dava um toque no visual para que o meu espelho dissesse: "sim Iram, tu és a mais bela de todas, vai!". Às 8:hs da manhã fui ao caixa automático e no caminho encontrei o meu amiguinho, um velhinho italiano, dono da sorveteria da esquina. Ao vê-lo fui logo saudando com um forte "salve o 27 do 05!" e ele assanhadíssimo não ficou atrás: "Buon giorno bela, hai dormito bene? Siiiii! "Ich habe gut geschlafen"! Pulei logo para o alemão para explicar melhor o motivo de eu ter dormido tão bem. Quando ele soube que era meu aniversário quis me presentear com uma bola de sorvete enorme. Rejeitei e preferi um abraço. Então ele aproveitou a ocasião pra matar toda a sua vontade contida. Me abraçava e me beijava e me chamava de bela e abraçava de novo e me desejava "buon compleanno" e abraçava de novo... Nisso a Michelly, minha filha que estava indo pra escola, se aproximava meio que apertando os olhos pra ver se era mesmo a mãe dela que estava naquele agarra agarra com o velhinho da sorveteria aquela hora da manhã. Me acabando de rir, tentava me soltar super agradecida:  Grazie, grazie, belo! Arrivederci! E Michelly cada vez mais próxima, finalmente me pegou no flagra: "Oh mãe, e não é que tu mesmo. O que significa isso? Ai, ai... foi muito engraçado. O dia pra mim começou bem.

                                                  Mas vamos lá... Pé na estrada.
Fomos os últimos da turma de sexta-feira a chegar ao hotel. Falta de etiqueta por um lado, mas por outro..., chegar e ser recebida com a minha música preferida do dia foi bom demais! Aqueles "parabéns pra você, nesta data querida..." soavam como uma massagem no coração. O tempo também fez sua surpresa. Eu não entendia o porquê de tanta chuva lá fora. Depois do jantar com a galera da sexta procurei não me preocupar com a chuva e dormi feito um anjo. No dia seguinte, sábado, ao abrir a janela do quarto me senti o Noé na Arca. O que fazer com todas as minhas espécies de gente, criança, jovem e adulto no meio de tanta chuva que ainda caia. Baixou uma aflição tremenda. Fui pro banheiro chorei um pouquinho e conversei com Deus. "Deus, Tu sabes como me fazer feliz. Então, Ele soltou um pombinho do bando para que ele pudesse trazer boas notícias para nós. E assim, no café da manhã, enquanto cada um dava idéia do que fazer no hotel mesmo, surge à pombinha Anne dando a idéia de visitarmos uma mina de sal que havia por ali por perto. Acreditem, só depois da visita é que fui entender o motivo daquela chuva no meu final de semana. A visita na mina não estava na programação e se não fosse a chuva não teríamos conhecido um lugar tão fantástico e divertido como aquele.

Logo de cara começou a valer à pena, pois para entrar na mina tínhamos que colocar umas roupas brancas que nos deixavam mais ou menos parecidos com um bando de loucos fugidos do manicômio. Daí vocês sabem, né! Para quem é feliz basta um palhaço pra virar um circo. Imagina então, quase trinta palhaços juntos. Depois andamos por quase um quilômetro de chão adentro, um atrás do outro num corredor estreito e de pouca luz. Ali cantávamos, falávamos besteiras e ríamos muito, mas muito de nós mesmos e das nossas próprias besteiras.
 
Para ir mais chão adentro tínhamos que descer de escorregador. Imagine a situação! Nessa hora quem estivesse com vontade de fazer xixi era fatal, fazia nas calças de tanto rir. Para as crianças um parque  de diversão, para os jovens moleza, já para os adultos uma volta a infância. No final tinha gente que desceu duas vezes de tanto que gostou.

                               Eu desci a 18 km por hora. Ta marcado no canto direito da foto
A Bruna desceu a 17 por hora.
                                     Maridinho é mais veloz. Desceu a 20 por hora. Uaaaal!!!
 A foto da despedida do fundo da terra.
Saímos da mina morrendo de fome. E o lugar escolhido para almoçar,  nem a chuva que já sem graça por não conseguir impedir a nossa diversão, tirou a beleza...
Eu não disse? É muita beleza da natureza. Daqui voltamos para o nosso hotel para encontrar com a outra turma, a turma do sábado que havia acabado de chegar e com eles, mais abraços, mas parabéns, mais riso, flores e felicidade.

... coisas melhores virão, mas que só contarei em outro post. Prometo não demorar.

Beijos

quarta-feira, 25 de maio de 2011

SALVE O 27 DE MAIO!

                                            Eu não disse que não sumiria de vez?
Eu vou ficar por aqui, mas agora contando fatos sem cronologia. Quero falar dos momentos mais presentes, mais cotidianos. Quero falar só para suprir algo que já existia em mim  mesmo antes de eu nascer:  a necessidade de falar. Quem me conhece sabe do prazer desgraçado que eu sinto em falar e que é igualzinho ao de escrever e escutar.

Por falar em falar, deixe-me falar uma coisa pra vocês.

Como todos sabem, eu adooooooro o dia do meu aniversário, aliás, eu amo o mês do meu aniversário. Sempre faço festas e com muitos amigos comemoro se possível, antes, durante e depois do dia. Maridinho até tenta de vez em quando, nesta data ficar somente comigo, mas não rola. No meu dia eu quero muita gente ao meu redor. Este ano ele tentou de mansinho novamente me convencer: "Amor, que tal no seu aniversário ( engraçado que é só no meu aniversário que ele tem essas idéias, nunca no dele) irmos para o interior da Áustria, curtir uma tranquilidade na beira daquele lago que você tanto gostou?" Tranquilidade no meu aniversário? Hum! Será que deixo rolar? Notando que o coitado está muito cansado do tanto que trabalha, topei. É, mas com uma condição. Se eu convidasse também pelo menos alguns amigos. Só os íntimos. Eu prometo! Maridinho viu tudo. Meus íntimos não são poucos. Bom, mas levando em consideração, pensou ele, que a beira do lago não era tão perto assim de Viena (três horas) podia ser que nem todos os íntimos topassem o programa. Então ta, negócio fechado.

Mais que depressa passei um email para os íntimos dizendo que este ano, no meu aniversário eu estaria num lugar lindo chamado Altausee, no interior da Áustria e que se alguém quisesse ficar comigo eu reservaria com os maiores prazeres do mundo, alguns quartos neste hotel http://www.hoteltyrol.co.at/  e que de jeito nenhum, me importaria se não me deixassem curtir a tranquilidade daquele lugar só com o maridinho... Resposta imediata. Todos os íntimos disseram sim. "Vixe, Maria"! Se todos disseram sim, vai ficar muito chato não estender um pouco mais a lista dos íntimos, já que é de praxe todos saudarem o 27 de maio. Estendi e outra vez todos toparam. Bom, já que é assim, vou estender mais só um pouquinho até a Alemanha, pois quem sabe os íntimos de lá também não querem saudar comigo o 27 de maio?! Estendi e, eeeee... Toparam. E aí? Aí que o hotel foi fechado só pra nós. Mas ainda faltava gente. E agora? Agora que não tem problema. Pegamos o hotel do lado. E isso ta bom demais! É maridinho, sorry! Ainda não foi dessa vez.

E o que fazer pra tanta gente se divertir? E quem disse que pra essa gente se divertir, precisa-se de coisa pra fazer? Quando estamos juntos qualquer coisa fica divertida. O combinado era que todos saíssem de Viena no sábado pela manhã bem cedo, para que pudéssemos aproveitar o máximo. E como estar escurecendo lá pelas nove da noite, voltaríamos domingo no final do dia. Porém, miséria pouca para essa turma é bobagem. A maioria decidiu ir logo na sexta. Inclusive eu, é claro. E assim ficou a programação:

 Sexta, dia 27. Aos que desejarem  passear por outros lugares maravilhosos que existem pelo caminho vão sair logo pela manhã. O restante dos íntimos vai mais tarde, um seguido do outro com possibilidade até de encontro pela estrada a fora. Quem sabe? O importante é que todos estejam em Altausee, às nove horas da noite, no restaurante já reservado para o jantar e o brinde do dia 27. Ai, que delícia!

Sábado. Juntos tomaremos o nosso café da manhã, naquela tranquilidade que maridinho queria (ele também gosta da farra). Às quatro da tarde, depois que todos os íntimos já estiverem chegado, será a comemoração oficial. Serviremos queijos e vinhos  e outras "coisitas" a mais no salão do hotel. Às oito horas os homens têm um jogo importantíssimo para assistir. Já as mulheres têm mais o que fazer. Depois disso vem a parte que eu mais gosto. Vamos galera, aos embalos de sábado à noite! Vamos dançar. Tem uma "disco" só para nós.  "Festa na roça é pra lá de bom"... E ao cantar do galo a gente vai dormir. Vale até errar de quarto. Oba! Caprichem nos pijamas.

Domingo. Faremos um passeio tranquilo e descontraído ao redor do lago. Sem pressa, pois a vista é de tirar o fôlego. Montanhas ainda com o topo branco de neve contrastam com o verde da vegetação típica do lugar. O vale, o lago, os campos, as construções daquela cidadezinha perdida no meio daquela paisagem celestial é um presente que a natureza providenciou a todos que sabem apreciar, mesmo que com tanta gente junta, detalhes de uma grande obra natural. Depois do passeio pegaremos um barco e vamos até a um restaurante já reservado na beira do lago para o almoço. Depois do almoço pegaremos os nossos carros e em fila indiana subiremos, subiremos e subiremos as montanhas para que lá de cima possamos agradecer a Deus o privilégio de sermos todos amigos íntimos.

Coloquei algumas fotos do lugar para que vejam como não exagero quando falo da beleza do cenário do nosso fim de semana.


A você que é meu íntimo, mas que não tem como participar desse momento, prometo fazer com que saia do virtual e entre na realidade desse instante, através das fotos e do relato que aqui deixarei.
                                                           AGUARDE!








        






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